Eu sei que já tem um tempo que aconteceu o festival e que já se falou tudo o que era pra ser dito. Mas, encontrei por acaso uma matéria bacana sobre o domingo do revival no Porão do Rock 2009 e resolvi trazer pra cá. Essa matéria foi produzida para o programa Contradição Show e publicada no Youtube.
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14/10/2009
21/09/2009
Pra baixar: Little Quail no Porão do Rock 2009
por
Renato Nunes
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Porão do Rock 2009
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| Zé Ovo bate as asas em Brasília novamente . |
Pois é, preparei uma surpresa pros leitores do Rock Brasília, desde 1964. É que estou disponibilizando o show do Little Quail and the Mad Birds que rolou no domingo (20), dia dedicado ao Rock Brasília no Porão do Rock 2009.
Pra quem não conseguiu ir e nem ouvir pela net, está aí o show que foi considerado o melhor do festival por muita gente. É importante lembrar também, que este show apresentou o LQ para muita gente da nova geração, que podem também baixar por aqui, o primeiro e o segundo álbum, além do EP. Curtam aí!
Little Quail and the Mad Birds - Ao vivo no Porão do Rock 2009
1. 1,2,3,4
2. Berma is a Monster
3. Samba do Arnesto
4. Baby Now
5. Mamma Mia
6. Me espera um pouco
7. Mau-mau
8. A alegria está contagiando o meu coração
9. Conversa
10. O sol eu não sei
11. Família que briga unida, permanece unida
12. Essa menina
13. Aquela
14. Conversa
15. Dezesseis
16. Azarar na W3
17. Umbabarauma
18. Conversa
19. Galera do fundão
20. Cigarette
BAIXE AQUI
O domingo do Rock Brasília no Porão
por
Renato Nunes
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Porão do Rock 2009
Neste ano, como todos sabem, a organização do festival convidou algumas das bandas mais significativas do rock de Brasília. Algumas bandas se mostraram impossíveis de se reunir, como ficou claro no caso do Escola de Escândalo. Colocaram o vocalista do Pravda para cantar as músicas do Bernardo e da Marielle e ainda tocar as guitrarras do Fejão, é mole? Fiquei meio sem graça pelos caras.
Detrito Federal e do Dungeon/Fallen Angel, foram bons, muito bons mesmo. No caso do primeiro – Cascão que me perdoe – o Alex Podrão é o Detrito em pessoa. No segundo, os músicos da banda do Alemão, são muito bons e ponto final. O negão (Fejão) é insubstituível, mas a banda remanescente tem competência de sobra.
Os Cabeloduro, foram simplesmente foda no palco dois. Qualquer coisa que eu fale a mais só vai estragar o que estava muito bom e agradável. O público então, nem se fala: pessoas de boa índole – famílias até! – desfrutando um momento de bom humor, diversão sadia sem violência. E versos como ‘estupra mas não mata, estupra e dá porrada’ ou “se eu tenho um ballantines e uma mulher gostosa, vou pra cama me fazer’ eram entoados em clima de colônia de férias.
Rolou até uma reunião surpresa, mas essa entra no rol das impossíveis, mesmo se os caras da banda o quisessem: Legião Urbana. Primeira grande baixa, Renato Russo. Outra ausência, estranhíssima para mim apesar de todo o folclore sobre o temperamento da figura, foi a do baixista Negrete. Talvez algum leitor saiba me explicar por que. Fizeram então uma formação com músicos desconhecidos e alguns meio que manjados.
Mas como eu já disse, é complicado falar de uma banda que vendeu mais discos que os Beatles no Brasil. E de todas aquelas pessoas que estavam lá, poucas viram a banda tocar. A banda tocaria sozinha que a galera faria o resto, como ocorreu em Pais e Filhos. Esta música foi cantada pelo Bonfá no início, mas na prática a platéia que cantou. Aliás, a escolha dos vocais foi muito mal feita, exceção dada ao Tony Platão.
Esta foi a primeira vez que o Legião toca aqui, desde o desastre de 1988. Tem noção que foi a primeira vez que eles puderam falar com Brasília, sem intermediários, desde então? Deixa então o Bonfá se emocionar e falar no microfone, de improviso, que está feliz. Nós também ficamos. E demoramos mais de vinte anos e mais de vinte milhões de discos para isto acontecer. E, sinceramente, gostaria que os caras do Legião soubessem disso.
Um outro show digno de nota: Paralamas do Sucesso. Não tenho palavras para explicar o que é ver aquela banda com tantos anos de carreira, que sem exagero, foi o catalizador da primeira geração de Bsb, tocar na Esplanada, mandando um hit atrás do outro. Fizeram uma parada sensacional em Meu Erro: começaram tocando ela tipo um ou dois tons abaixo, mas o suficiente para não descaracterizar a música e na parte ‘bastaria!’ entravam no tom da música mesmo (eu não estava bêbado; ou foi isso ou um pau nos monitores). Velho parecia que uma onda de adrenalina era despejada na galera de tal modo que a música crescia! Wow!!
Pra encerrar, os ícones dos anos 90 fizeram bonito. Maskavo Roots e Little Quail compareceram com apresetações deliciosamente memoráveis e com seus componentes originais. Os primeiros, com o line up poderosíssimo de cordas (PrataXPinduca) e uma cozinha muito precisa (MarraraXTxotxa). O Litlle Quail? Bem, só com figuras: o mestre dos palcos – Zé Ovo - a cozinha do Ultraje a Rigor – Bacalhau- e o sistema nervoso central dos Autoramas – Gabriel. Por fim, o Raimundos parece ter aprendido a usar seu arsenal de hits e estrapolou o tempo em 40 minutos, pra se ter uma noção. Grande festa da música brasiliense.
Texto: Zeca Domingos
Frase do Porão do Rock 2009
por
Renato Nunes
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História,
Porão do Rock 2009
"Agradecemos aos Paralamas do Sucesso, à Plebe Rude e à Legião Urbana por abrirem este show do Little Quail", Gabriel Thomaz, guitarrista e vocalista do Little Quail and the Mad Birds.
O Little Quail fez um showzaço na noite de domingo.
Uma boa semana para todos!
O Little Quail fez um showzaço na noite de domingo.
Uma boa semana para todos!
18/09/2009
Porão 2009: Little Quail e Os Cabeloduro
por
Renato Nunes
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Hoje encerro a série de postagens sobre as bandas revividas para o Porão do Rock 2009.
O Gabriel é uma das pessoas que conheço há mais tempo na vida. Lembro-me com clareza ainda de quando conversamos pela primeira vez. Mais ou menos em 1984, nós jogávamos no mesmo time de futebol que fazia volta e meia uns jogos contra.
Lembro de quando Gabriel ia para suas aulas de violão e dizia que viveria de música. Ele era filho de pais separados e morava em Brasília com a mãe, o padrasto e as irmãs. Seu pai, se não me engano, era dono de uma loja de discos no Rio e abastecia o Gabriel com todas as novidades da época. Com 11, 12 anos, ele já tinha duas prateleiras de estante lotadas de discos. De Chuck Berry a Devo, passando por Cely Campelo e Dead Kennedys, o cara tinha PRATICAMENTE TUDO o que existia de rock no mundo e no Brasil. Lembro bem quando ele me chamou pra mostrar a guitarra que havia ganhado, era uma Jennifer branca, que seria roubada no verão seguinte.
Tocávamos juntos em uma banda punk chamada Axbax. O problema era que a banda restringia muito o potencial do Gabriel, que já era um moleque com uma cultura e influências musicais bem acima da maioria da galera da mesma idade. Exemplo: Família que briga unida permanece unida era uma música que existia somente no caderno em que o Gabriel escrevia suas letras.
A expulsão de Zé Ovo da banda em que tocava, o Sansculottes – da qual faziam parte também Evandro Esfolando, Berma e Rodolfo Abrantes, foi decisiva para a formação do Little Quail. O Zé continuou indo aos ensaios na Mad House, e quando as bandas sérias e oficiais (Axbax e Sansculottes) enchiam o saco de ensaiar, o Zé chamava o Gabriel e o Berma pra tocar “uns rockabillies” que ele andava escrevendo. O apelido do Zé nessa época era Codorna. Sim, meu povo, a Little Quail (Codorninha) do nome da banda é ninguém menos que o senhor José Armando.
O Bacalhau apareceu depois, nós o chamávamos de amigo dark do Gabriel, hehehe. Ele tocava em uma banda chamada Moskowita, ao lado do Luís Eduardo “Alf”. Hoje vejo que tive muita sorte em ver o surgimento de um dos maiores bateristas do Brasil e um cara muito gente fina. Ele conseguia ter a mão mais pesada que o Digão, então baterista dos Filhos de Mengele e que era quase um virtuose (pelo menos aos nossos olhos juvenis da época).
A partir daí o carreira do Little Quail em Brasília decolou. A ponto de se tornar um caso raro de banda capaz de se dar ao luxo de incluir na primeira demo, músicas com a platéia de um Teatro Garagem lotado cantando em coro.
Será o segundo revival do Little Quail aqui em Brasília, o primeiro foi em 2004.
Os Cabeloduro já haviam retornado em 2008, no festival Na Rota do Rock Brasília (que espero que aconteça novamente em 2009). E esse resgate abriu, de certa forma, o caminho para o revival feito pelo Porão. Uma banda que entre 1995 e 1997, fez shows que eram quase eventos semanais, sempre lotados.
O Daniel e o Gazú são dois caras que conheço há quase duas décadas, o Podrinho e o Ralph também conheço há quase 15 anos. Acompanhei bem de perto a fase áurea da banda, que lotava o Teatro Garagem mesmo tocando quase toda semana. Uma das maiores bandas de hardcore do Brasil em todos os tempos.
O curioso é que Os Cabeloduro foram a banda que sucedeu o Little Quail em popularidade na cena de Brasíla.
Achei excelente a idéia da organização do Porão de descortinar o passado musical da cidade e dedicar um dos dias do festival, mais especificamente o domingo, ao Rock Brasília. Como dizia um pensador, um povo sem história é um povo sem alma.
Para ver as demais postagens sobre o Porão do Rock 2009, clique aqui.
Fotos: Patrick Grosner
O Gabriel é uma das pessoas que conheço há mais tempo na vida. Lembro-me com clareza ainda de quando conversamos pela primeira vez. Mais ou menos em 1984, nós jogávamos no mesmo time de futebol que fazia volta e meia uns jogos contra.
Lembro de quando Gabriel ia para suas aulas de violão e dizia que viveria de música. Ele era filho de pais separados e morava em Brasília com a mãe, o padrasto e as irmãs. Seu pai, se não me engano, era dono de uma loja de discos no Rio e abastecia o Gabriel com todas as novidades da época. Com 11, 12 anos, ele já tinha duas prateleiras de estante lotadas de discos. De Chuck Berry a Devo, passando por Cely Campelo e Dead Kennedys, o cara tinha PRATICAMENTE TUDO o que existia de rock no mundo e no Brasil. Lembro bem quando ele me chamou pra mostrar a guitarra que havia ganhado, era uma Jennifer branca, que seria roubada no verão seguinte.
Tocávamos juntos em uma banda punk chamada Axbax. O problema era que a banda restringia muito o potencial do Gabriel, que já era um moleque com uma cultura e influências musicais bem acima da maioria da galera da mesma idade. Exemplo: Família que briga unida permanece unida era uma música que existia somente no caderno em que o Gabriel escrevia suas letras.
A expulsão de Zé Ovo da banda em que tocava, o Sansculottes – da qual faziam parte também Evandro Esfolando, Berma e Rodolfo Abrantes, foi decisiva para a formação do Little Quail. O Zé continuou indo aos ensaios na Mad House, e quando as bandas sérias e oficiais (Axbax e Sansculottes) enchiam o saco de ensaiar, o Zé chamava o Gabriel e o Berma pra tocar “uns rockabillies” que ele andava escrevendo. O apelido do Zé nessa época era Codorna. Sim, meu povo, a Little Quail (Codorninha) do nome da banda é ninguém menos que o senhor José Armando.
O Bacalhau apareceu depois, nós o chamávamos de amigo dark do Gabriel, hehehe. Ele tocava em uma banda chamada Moskowita, ao lado do Luís Eduardo “Alf”. Hoje vejo que tive muita sorte em ver o surgimento de um dos maiores bateristas do Brasil e um cara muito gente fina. Ele conseguia ter a mão mais pesada que o Digão, então baterista dos Filhos de Mengele e que era quase um virtuose (pelo menos aos nossos olhos juvenis da época).
A partir daí o carreira do Little Quail em Brasília decolou. A ponto de se tornar um caso raro de banda capaz de se dar ao luxo de incluir na primeira demo, músicas com a platéia de um Teatro Garagem lotado cantando em coro.
Será o segundo revival do Little Quail aqui em Brasília, o primeiro foi em 2004.
Os Cabeloduro já haviam retornado em 2008, no festival Na Rota do Rock Brasília (que espero que aconteça novamente em 2009). E esse resgate abriu, de certa forma, o caminho para o revival feito pelo Porão. Uma banda que entre 1995 e 1997, fez shows que eram quase eventos semanais, sempre lotados.
O Daniel e o Gazú são dois caras que conheço há quase duas décadas, o Podrinho e o Ralph também conheço há quase 15 anos. Acompanhei bem de perto a fase áurea da banda, que lotava o Teatro Garagem mesmo tocando quase toda semana. Uma das maiores bandas de hardcore do Brasil em todos os tempos.
O curioso é que Os Cabeloduro foram a banda que sucedeu o Little Quail em popularidade na cena de Brasíla.
Achei excelente a idéia da organização do Porão de descortinar o passado musical da cidade e dedicar um dos dias do festival, mais especificamente o domingo, ao Rock Brasília. Como dizia um pensador, um povo sem história é um povo sem alma.
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Fotos: Patrick Grosner
17/09/2009
Pedra 90 - Porão 2009: Maskavo Roots
por
Renato Nunes
em
90,
Colaboradores,
Festivais,
História,
Pedra 90,
Porão do Rock 2009
Primeiro Cd da banda Maskavo Roots, que futuramente só se chamaria Maskavo. A banda foi formada em 1993 pelos ex-integrantes do Cravo Rastafari. Começaram em Brasília tocando no circuito undergroud da cidade, como por exemplo, Feira de Música, Projeto Made in Brasília do Teatro Nacional e em várias festas espalhadas pelo Distrito Federal. Influenciados pela cena cultural crescente no país e seguindo a trilha de bandas como Raimundos e Little Quail, começaram a compor e gravar sua Primeira Fita Demo.
A fita logo se expalhou pela cidade e pelo país, servindo de cartão de visitas ao mercado fonográfico. Caiu nas mãos do jornalista e produtor Carlos Eduardo Miranda, que na época foi o fundador do Selo Banguela junto com os Titãs. Gostaram tanto da fita demo que a banda não encontrou dificuldades para fazer parte do cast do selo. O contrato veio no inicio de 1994 e o lançamento do CD Maskavo Roots foi em 1995 com a produção do próprio Miranda e de Nando Reis. A primeira música de trabalho foi Tempestade, que de imediato figurou entre as mais executadas do país e da MTV.
Esta é a referência básica do Maskavo Roots na Wikipédia (!!!!). É mole?
Na verdade o geral é isto aí. Eles foram uma das bandas da geração de 90 que tinha um tipo de som bem diferenciado. Leve-se em conta que nesta época praticamente todas as bandas faziam um som mais pesado e o Maskavo Roots tocava, digamos assim, mais na manha, em termos de som. Era o que fazia deles uma banda bem particular naquela época.
A oportunidade de vê-los no Porão deste ano (que convidou alguns dos all stars dos últimos 25 anos de Rock Brasília) vai ser no mínimo interessante. Visto que os integrante rumaram por trajetórias distintas em suas carreiras musicais.
Prata: Ficou este tempo todo com o Maskavo e na ativa. Eu tenho uma teoria que a banda não precisa ser boa, tem é que dar show, pegar tarimba de palco. E isto o prata tem de sobra.
Txotxa: Este cara não tá na Plebe? Sem comentários.
Pinduca: Bem, o cara saiu do Maskavo para montar um dos grupos mais interessantes do cenário brasiliense dos últimos anos, o Prot(o) – sem rasgação de seda....
Salsicha: Cara, o sujeito sai do ska para encarar Os Cabeluduro por uns tempos. Tarefa hercúlea...
E o povo quer saber: Onde está a Joana? A vocalista da banda e musa daquela época. Ninguém disse que ser do rock tem que ser feio. Me lembro que saiu uma foto dela, tipo pôster na Bizz. Parece que estavam apostando nela como sex simbol ou algo do gênero. O fato era que ela cantava legal – mesmo – e essa história de musa meio que ofuscava o talento da cantora.
O M. Roots que se apresentará no Porão não será a banda Maskavo cuja formação mais recente mantém somente o guitarrista Prata. E é isto. o Maskavo Roots foi, sem dúvida alguma, uma das bandas com a trajetória mais longeva, e isto por si só, já é um puta mérito dos caras. Estarei lá no Porão para prestigiá-los. Não escondo de ninguém a minha adimiração pelos colegas que conseguem fazer do rock uma profissão! Dá-lhe Maskavo Roots! E eu quero ouvir Besta Mole!!!!!!!!!!
Texto: Zeca Domingos
Foto: Patrick Grosner
A fita logo se expalhou pela cidade e pelo país, servindo de cartão de visitas ao mercado fonográfico. Caiu nas mãos do jornalista e produtor Carlos Eduardo Miranda, que na época foi o fundador do Selo Banguela junto com os Titãs. Gostaram tanto da fita demo que a banda não encontrou dificuldades para fazer parte do cast do selo. O contrato veio no inicio de 1994 e o lançamento do CD Maskavo Roots foi em 1995 com a produção do próprio Miranda e de Nando Reis. A primeira música de trabalho foi Tempestade, que de imediato figurou entre as mais executadas do país e da MTV.
Esta é a referência básica do Maskavo Roots na Wikipédia (!!!!). É mole?
Na verdade o geral é isto aí. Eles foram uma das bandas da geração de 90 que tinha um tipo de som bem diferenciado. Leve-se em conta que nesta época praticamente todas as bandas faziam um som mais pesado e o Maskavo Roots tocava, digamos assim, mais na manha, em termos de som. Era o que fazia deles uma banda bem particular naquela época.
A oportunidade de vê-los no Porão deste ano (que convidou alguns dos all stars dos últimos 25 anos de Rock Brasília) vai ser no mínimo interessante. Visto que os integrante rumaram por trajetórias distintas em suas carreiras musicais.
Prata: Ficou este tempo todo com o Maskavo e na ativa. Eu tenho uma teoria que a banda não precisa ser boa, tem é que dar show, pegar tarimba de palco. E isto o prata tem de sobra.
Txotxa: Este cara não tá na Plebe? Sem comentários.
Pinduca: Bem, o cara saiu do Maskavo para montar um dos grupos mais interessantes do cenário brasiliense dos últimos anos, o Prot(o) – sem rasgação de seda....
Salsicha: Cara, o sujeito sai do ska para encarar Os Cabeluduro por uns tempos. Tarefa hercúlea...
E o povo quer saber: Onde está a Joana? A vocalista da banda e musa daquela época. Ninguém disse que ser do rock tem que ser feio. Me lembro que saiu uma foto dela, tipo pôster na Bizz. Parece que estavam apostando nela como sex simbol ou algo do gênero. O fato era que ela cantava legal – mesmo – e essa história de musa meio que ofuscava o talento da cantora.
O M. Roots que se apresentará no Porão não será a banda Maskavo cuja formação mais recente mantém somente o guitarrista Prata. E é isto. o Maskavo Roots foi, sem dúvida alguma, uma das bandas com a trajetória mais longeva, e isto por si só, já é um puta mérito dos caras. Estarei lá no Porão para prestigiá-los. Não escondo de ninguém a minha adimiração pelos colegas que conseguem fazer do rock uma profissão! Dá-lhe Maskavo Roots! E eu quero ouvir Besta Mole!!!!!!!!!!
Texto: Zeca Domingos
Foto: Patrick Grosner
16/09/2009
Porão 2009: Urbana Legio Omnia Vincit
por
Renato Nunes
em
80,
Festivais,
História,
Porão do Rock 2009
Segundo o portal Terra, a atração surpresa prometida pelo Porão do Rock será mesmo um revival reunindo os remanescentes da última formação da Legião Urbana (Dado e Bonfá, na foto) e o ex-vocalista da banda carioca Hojerizah e apresentador do humorístico Pisando na Bola, Toni Platão. O Hojerizah foi uma banda do pós-punk carioca nos anos 80 e Platão se destacava por um vocal potente de empostação erudita.
Atualização de 17/09: Se o RockBsb64 não foi o primeiro a dar essa notícia, pelo menos os leitores daqui souberam um dia antes dos da Rolling Stone.
Atualização de 17/09: Se o RockBsb64 não foi o primeiro a dar essa notícia, pelo menos os leitores daqui souberam um dia antes dos da Rolling Stone.
11/09/2009
R64 Brasil: Porão e Porongas
por
Renato Nunes
em
Festivais,
Porão do Rock 2009,
R64 Brasil
Os rumores que correm sobre o Porão do Rock 2009 dão conta de que a tal atração secreta seria uma jam homenagem à Legião Urbana, com a banda (Dado-Bonfá-Negrete) base e convidados. Vamos ver.
De qualquer jeito, Dado Villa-Lobos está em franca atividade. Ontem (10) ele participou de um show em homenagem à memória de Chico Mendes que aconteceu no Rio de Janeiro. Ele tocou a música Índios ao lado dos acreanos do Los Porongas (leia a entrevista exclusiva concedida ao RockBsb64 aqui.), uma das bandas pop mais bacanas da atualidade.
Não encontrei o vídeo na net, mas como não foi a primeira vez que esse encontro de gerações do rock brasileiro aconteceu, achei um vídeo de um show anterior. Aqui a música é Tempo Perdido.
02/09/2009
Onde está o Porão?
por
Renato Nunes
em
2000,
Festivais,
Porão do Rock 2009
Estamos em setembro e até agora não foi definida a data do Porão do Rock de 2009. Já rolaram as seletivas, correm rumores sobre gratuidade e line-up, mas nada oficial sobre o maior festival da cidade (No site de uma das atrações anunciadas consta o dia 19 de setembro como data de apresentação) Vamos esperar e ver se vai se cumprir a promessa de trazer o Little Quail and the Mad Birds.
P.s.: Na manhã seguinte à postagem, a leitora Chaveirinho avisou nos comentários que já há data, local e horário do Porão, veja aqui. Valeu, mina.
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